Boas vindas
Sejam bem vindos ao Garota em crise, um blog pessoal que foi feito para que eu pudesse compartilhar minhas insanidades - ou não.

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the only exception


paramore - the only exception

Nunca acreditei que o amor daria certo para mim. Vi tantos casais, amigos, se amarem e de repente não existirem mais. Sempre foi difícil acreditar no amor.
Você lembra do nosso primeiro encontro? Estavamos os dois de preto, eu usava salto e você me trouxe um presente com um fita vermelha grande. Seu cabelo arrumado em um moícano e eu havia tentado uma maquiagem diferente. E chovia. Aquela chuva que cai só para molhar, não muito forte, mas o suficiente para que ficassemos embaixo do mesmo guarda-chuva. E quando fomos atrevessar a rua, você foi e eu fiquei, parecendo uma demente porque tinha medo de passar com o sinal aberto. E os planos que você tinha feito não deram certo, não pudemos ir ao teatro e pegamos o metrô meio cheio. Naquele caminho eu pude sentir seu cheiro mais de perto. E teve também a balinha de morango que eu tinha dito que gostava e você comprou só para me agradar. Chegamos ao shopping, não dava também para irmos ao cinema, só tivemos a opção de conversar e andar por lá. Mas foi perfeito. Lembra o nosso primeiro beijo? Foi no andar acima ao que ficava a loja de all stars! E eu sempre tive a memória ruim para detalhes, você sabe. Mas aquele dia foi diferente. Até hoje eu lembro dos meus pensamentos enquanto você me abraçava e enquanto atravessavamos a rua (eu tentando não molhar meus pés).
Desde aquele dia eu soube que você era a minha única exceção. Eu finalmente pude acreditar no amor.

Posted On quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 @00:05 | 22 lovely comments


Rebolation-tion!



Sim, eu estou passando o carnaval em casa mesmo. E está uma delíííícia. not
Eu só sei que não aguento mais ouvir "o rebolation-tion, o rebolation!".
sem ofensas.

Posted On terça-feira, 16 de fevereiro de 2010 @00:40 | 25 lovely comments


Quanto você vale?

Quando se mora no bairro mais nobre de uma cidade, a gente acaba presenciando cenas tão repugnantes que eu custo a acreditar. Porque algumas pessoas julgam as outras pela quantidade de dinheiro em suas contas bancárias e não pelo seu caráter.
Gosto de ir na padaria com a roupa que estou em casa, sempre uma blusinha com short e chinelo porque aqui está sempre quente. E a tal padaria fica na rua de trás, de frente com um colégio (um dos colégios mais caros daqui, dizem). E hoje conteceu isso. Fui ao mercado com a minha mãe e na volta paramos lá, como estavamos com sacolas ela ficou do lado de fora enquanto eu fui buscar o pão. Quando cheguei as atendentes estavam ocupadas e eu tive a boa vontade de esperar pacientemente. Até que, depois de quase dez minutos, ninguém me atendeu. Só pra piorar, passou uma perua pedindo cinco pães. E não é que a atenderam prontamente?! Ou seja, só porque eu estava vestida simples ninguém me atendeu! Eu xinguei meia dúzia de palavrões e fui embora – e minha mãe teve de ir comprar o pão porque a esta altura eu já estava completamente possessa. Eu juro que não consigo acreditar que vivo em um mundo que as pessoas só tratam bem umas as outras por interesse. Juro.
E eu nessa tpm horrorosa que estou durante todo o mês que estou sem dooorrrgas, mano tomar remédio (não o pra demência, mas sim o anti), passei quase meia hora xingando em casa. Porque eu realmente não acredito nesse mundão.
Hoje eu descobri como colocar os marcadores. E a Alice aproveitou e jogou minha demência no aí é lasqueira! Haha

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Posted On sábado, 13 de fevereiro de 2010 @02:19 | 6 lovely comments


eu não choro

Quando eu vi a primeira pessoa que eu tanto gostava sair da minha vida, eu não chorei. A lágrima se formou e - teimosa - tentou descer pelo rosto, mas eu respirei fundo e segui em frente. Todas as outras pessoas que partiram em seguida também não me tiraram sequer uma lágrima, nem mesmo quando foi o homem que me colocou no mundo, eu não chorei. Não chorei porque chorar era sinal de fraqueza, porque se a minha lágrima fosse vista eu não teria forças para continuar.Ainda hoje eu vejo pessoas entrando e saindo da minha vida. E eu não choro em nenhuma partida, em nenhuma despedida. Não choro porque me apego as coisas boas que vivi e aprendi com cada uma delas, porque tento me apegar a ideia de que um dia talvez nos reencontraremos, que a vida cuidará do que está por vir. E quando ouço palavras que me cortam por dentro? Eu não choro. Eu não choro porque sei que sou mais forte, que posso erguer a cabeça e seguir em frente, como sempre fiz.
No final eu sempre me levanto e dou passos em direção ao futuro. Mas o travesseiro sempre amanhece molhado.



imagem retirada do deviantart

Posted On segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 @01:10 | 15 lovely comments


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